Volunturismo: uma ação social com turismo ou turismo com uma ação social?

Volunturismo: uma ação social com turismo ou turismo com uma ação social?

Embora o conceito ainda não esteja bem definido e as ofertas no trade ainda sejam tímidas, há um número crescente de adeptos de todas as faixas etárias e não apenas jovens, como se imagina, mesmo tido esse movimento surgido entre os rapazes da YMCA (Associação Cristã de Moços) nos anos 90 na Inglaterra.
Independente da classificação, essa é uma forma diferente de buscar experiências, onde não apenas se recebe, mas há uma verdadeira troca cultural com o objetivo maior que é o “fazer a diferença”, auxiliando comunidades a melhorarem sua condição de vida.

Talvez a correria do dia a dia leve hoje as pessoas a buscarem em seus momentos de lazer um contato mais humanitário, já que enfrentamos nos grandes centros o isolacionismo e a competitividade. Ser um agente transformador é um anseio da maior parte dos seres humanos, que traz em si a busca da perfeição através de suas ações e forma de vida, conforme lição passada por nossos pais e nossa religião. Quando se encontra essa possiblidade através da ferramenta turismo, isso é perfeito, pois além de um trabalho social, a cada viagem se traz o conhecimento de novos lugares, experiências reais, o lazer e o sentimento de pertencimento.No Brasil, um dos precursores dessa nova modalidade de turismo foram os jovens Daniel Cabrera e Pedro Gayotto, que deram o start em sua agência VIVALÁ com base em um TCC de Propaganda e Marketing.  O que era para ser um aplicativo “do bem”, conectando voluntariados e instituições, transformou-se em um diferencial no mercado turismo, na vida de comunidades em diversos pontos do Brasil e das pessoas que com eles tem a oportunidade de viajar.
A VIVALÁ por exemplo, tem como foco questões empreendedoras e a análise das necessidades reais da comunidade e através de uma metodologia própria conta com os “viajantes do bem” a descobrirem os desafios e caminhos para resolvê-los, sempre em parceria com seus anfitriões.


Quem participa de uma dessas “expedições” traz na mala momentos de muita diversão e lazer, novos amigos, experiências gastronômicas e culturais ( tudo o que uma viagem de turismo tem como objetivo dar), porém o que mais ocupa a mala nesse retorno é  a consciência de que se pode (e deve) criar um planeta melhor quando dividimos, somamos e multiplicamos conhecimento com a finalidade real de ajudar a quem as vezes precisa apenas de uma orientação para transformar sua vida.

Para quem quiser saber mais, como funciona e qual o calendário de viagem, basta acessar: https://experiencias.vivala.com.br

Texto e Imagens por Patricia de Campos

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